terça-feira, 26 de julho de 2016

Qual o futuro do voleibol feminino no Rio Grande do Sul?

Voleibol feminino precisa de mais apoio para ser cada vez mais forte
Alô, amigos!
Infelizmente, o voleibol brasileiro vive um dos momentos mais complicados da história, tanto no masculino quanto no feminino, embora as nossas seleções estejam sempre no topo em qualquer competição. O maior problema está exatamente na continuidade de um projeto dentro de um clube. E, além da crise econômica por qual passa o país, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) ajuda na destruição dos times brasileiros.

Aqui no Rio Grande do Sul a coisa não é muito diferente. São dirigentes apaixonados por voleibol que todo o ano batem a porta de empresas e prefeituras para muitas vezes ouvirem um sonoro NÃO! Basta ver a quantidade de times confirmados no Campeonato Gaúcho Masculino Adulto: apenas TRÊS equipes. Uma VERGONHA! Não para o presidente da Federação Gaúcha de Voleibol (FGV), Carlos Cimino, que faz de tudo para incentivar o maior número de times profissionais.

Jogadoras do BSBIOS/UPF iniciaram os trabalhos
Se no Gauchão masculino está difícil, imagem no voleibol feminino? Pois é, a situação é de sentar no meio da quadra e chorar! Vejo um trabalho abnegado de profissionais que atuam no voleibol feminino como Marcos Toloni, na Sogipa e Gilberto Bellaver, em Passo Fundo. Temos também núcleos em Santa Maria e Bento Gonçalves. Inclusive, em Passo Fundo os treinamentos visando a temporada já começaram para as meninas do BSBIOS/UPF!

Convenhamos, muito pouco para o estado tão rico de jogadoras de voleibol. Estou curioso para saber quantas equipes femininas teremos no Estadual desta temporada!

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